domingo, 30 de junho de 2013

O que e o verdadeiro judaísmo da Tora?

O que e o verdadeiro judaísmo
da Tora?
Aqui estão as bases do verdadeiro judaísmo.

Hillel: "Não faças aos outros o que não queres que façam contigo. O resto é comentário."

-"Um pagão apresentou-se a Shamai e lhe disse: Converter-me-ei ao judaísmo se me puderes ensinar toda a Torá, a Lei inteira, enquanto possa me sustentar sobre um só pé. Shamai o expulsou com a vara que tinha na mão. Quando se apresentou a Hilel com a mesma pretensão, Hilel o converteu, respondendo ao seu pedido da seguinte maneira: O que não queres que te faça a ti, não faças a teu próximo. Eis toda a Lei; todo o resto - é mero comentário. Vai e estuda."
Talmud, Shabat, 31a

"Simeão o Justo era um dos últimos membros da Grande Assembléia. Ele dizia: O mundo permanece graças a três coisas: a Lei, o Culto e a Caridade".
Pirquei-Avot I, 2

X, 1-14 de Maimônides.
Sem preconseito social:

(*) "Não está escrito 'o Homem Pobre' - Diz o Talmud - Mas 'o teu Irmão', para mostrar que ambos são iguais".

Dez coisas poderosas foram criadas no mundo:

Uma rocha é poderosa, mas o ferro pode rompê-la.
O ferro é poderoso, mas o fogo pode maleá-lo.
O fogo é poderoso, mas a água pode extingui-lo.
A água é poderosa, mas as nuvens podem levá-la.
As nuvens são poderosas, mas o vento pode dispersá-las.
O vento é poderoso, mas o homem pode suportá-lo.
O homem é poderoso, mas o medo pode degradá-lo.
O medo é poderoso, mas o vinho pode afogá-lo.
O vinho é poderoso, mas o sono pode dissipá-lo.
O sono é poderoso, mas a morte é mais poderosa.
E a Caridade é a mais poderosa entre todas, pois "A caridade salva da morte".(*)
Talmud, Baba Batra, 10
"Cinco discípulos tinha Rabán Iohanan ben Zacai, que eram: Rabi Eliézer ben Hírcanos, Rabi Josue ben Hananiá, Rabi Iose Hacoén, Rabi Simeão ben Nataniel e Rabi Elazar ben Arach...
Disse-lhes: saí e vêde, qual é o melhor caminho que deve seguir o homem?
Rabi Eliézer disse: a benevolência;
Rabi Josué disse: um bom amigo;
Rabi Iose disse: um bom vizinho;
Rabi Simeão disse: a providência;
Rabi Elazar disse: um bom coração.
Disse-lhes: prefiro as palavras de Elazar ben Arach, uma vez que em suas palavras estão incluídas as vossas".
Pirquei-Avot II, 10 e 13

Por que criou D,us um só Adão e não muitos de uma vez?
Ele o fez para demonstrar que um homem é um universo inteiro. Ele também quis ensinar à humanidade que aquele que mata um ser humano é tão culpado como se tivesse destruído o mundo inteiro. Igualmente, quem salva a vida de um ser humano merece tanto quanto mereceria se tivesse salvo toda a humanidade.
Deus criou um só homem para que alguns homens não se considerassem superiores a outros e não se orgulhassem de sua linhagem, assim: - Sou descendente de um Adão mais distinto que você.
Também o fez para que o pagão não pudesse dizer que, se muitos homens foram criados ao mesmo tempo, isto constituía prova decisiva que havia mais de um Deus.
Finalmente, Ele o fez para estabelecer Seu próprio poder e glória. Quando um cunhador de moedas faz seu trabalho, ele usa uma só matriz e todas as suas moedas são iguais. Mas o Rei dos Reis, abençoado seja Seu nome, criou toda a humanidade no molde de Adão e, ainda assim, nenhum homem é idêntico a outro. Eis porque cada pessoa deve respeitar a si mesma e dizer, com dignidade:
- Deus criou o mundo por minha causa. Portanto, que eu não perca a vida eterna por causa de alguma vã paixão!
Talmud, Sanhedrin, 37

"D,us não repele nenhuma criatura; as portas estão abertas; entre quem quiser. Todos são iguais perante Deus: as mulheres como os homens, os servos como os amos, os pobres como os ricos".

Midrash Shemot-Rabá 10 21

"Alimenta-se aos pobres dos estrangeiros como aos de Israel, visita-se a seus doentes como aos de Israel, enterra-se a seus mortos como se faz com os de Israel, e aos aflitos dos estrangeiros se atende da mesma maneira como se faz com os aflitos de Israel".

Talmud, Guitin 61a
"Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão".
Êxodo 20, 2
Devarim 10:19
19 Amai, portanto, o ger, pois éreis gerim em Eretz Mitzrayim.
20 Temerás Hashem Eloheicha; ele te servir, e para ele, terás o teu deveykus, e juram por Shmo.
21 Ele é o teu tehillah (louvor), e Ele é Eloheicha, que te fez estas grandes e terríveis coisas que os teus olhos têm visto.

Respeitem vossas esposas
"Mulher virtuosa - quem a achará?
O seu valor em muito excede o de jóias finas.
A força e a dignidade são os seus vestidos.
Enganosa é a graça e vã a formosura, mas a mulher que teme a Deus, essa será louvada".
"Eis a minha aliança que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência: todo macho entre vós será circundado... A minha aliança estará na vossa carne e será uma aliança perpétua".
Gênesis 17: 10 e 13
Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus: não farás nenhum trabalho, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro...".
Êxodo 20, 8-II

"Se desviares o teu pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus afazeres no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia consagrado a glorificação do Senhor, e o honrares pela abstinência de tuas ocupações, desejo e palavras vãs, - então encontrarás tua felicidade no Senhor. Elevar-te-ei sobre os altos da terra e sustentar-te-ei com a herança de Jacob, teu patriarca".
Isaías 59, 13_14

"Eu creio com fé perfeita que o Criador é Uno e não há unicidade semelhante, de modo algum; que só Ele é nosso Deus, que Ele o foi e o será"

"Eu creio com fé perfeita que o Criador não é corpo, nem cabe atribuir-lhe nenhuma forma corpórea e nenhuma imagem pode representá-lo"

"Eu creio com fé perfeita que somente ao Criador devemos rezar, e que a ninguém mais devemos dirigir nossas preces".
Segundo, terceiro e quinto dos
"13 artigos da fé" de MAIMÔNIDES

O Estado de Israel será baseado nos preceitos de liberdade, justiça e paz ensinados pelos profetas hebreus; sustentará a plena igualdade política e social de todos os seus cidadãos, sem distinção de raça, credo ou sexo; garantirá plena liberdade de consciência, religião, educação e cultura; salvaguardará a santidade e inviolabilidade dos escrínios e lugares santos de todas as religiões; e se cingirá aos princípios da Carta da ONU".
Do "Diário Oficial" No 1
do Governo de Israel
em 14-5-1948
Venho trabalhando a anos com os benei Anussim e posso dizer que já vi quase tudo, no meio judaico ,a os que trabalham serio a favor ,como há os que simplesmente os repudia não pela halachá ,mais por razoes politicas ou interesse financeiro.
Tem ate alguns que fiseram de nossa historia um negocio lucrativo,eu mesmo como presidente da Fisba recebo enumeras cartas de apresentação destes negócios.
Venda de Geirut,e teudá ate pela internet.
Conheço pessoas que tem varias Teudá ,e sempre quando chegam em uma outra comunidade ou sinagoga ,lá vem a noticia “esta teudá não vale nada,tem que fazer outro processo de conversão....
Bom ate quê ponto continuaremos avisando que conversões feita no Brasil ,não são reconhecidas polo estado de israel.
Mais os Anussim ,parecem não quer ouvir, concordamos que todos nos temos culpa,primeiro os anussim do Brasil,que ao ser revelado ao mundo ,se encheu de esperança de ser resgatado.
Segundo muitos não conhecem sua historia ,mornando presa fácil, para mentirosos bem intruidos ,com o Don dá manipulação.
Não consigo entender como alguns conseguem dormir me paz ,sabendo que estão enganado, mentindo indo contra os ensinamentos de nossos sábios. como veremos a baixo.
Em primeiro lugar “ aliança Abraâmica” e não somente no coração como no corpo e no sangue.
No coração
através da misvots:

Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo.Êxodo 12:17
Portanto guardai isto por estatuto para vós, e para vossos filhos para sempre.
Êxodo 12:24
Portanto tu guardarás este estatuto a seu tempo, de ano em ano.
Êxodo 13:10
Quer tenha escorneado um filho, quer tenha escorneado uma filha; conforme a este estatuto lhe será feito.Êxodo 21:31
Na tenda da congregação, fora do véu que está diante do testemunho, Arão e seus filhos as porão em ordem, desde a tarde até a manhã, perante o SENHOR; isto será um estatuto perpétuo para os filhos de Israel, pelas suas gerações.
Êxodo 27:21
quando o texto diz claramente pelas suas geração a aliança penetra o sangue,prova deste fato e Moshe erá irmão de Arão ,mais só Arão e seus filhos em registro sanguino diferente de Moshe e dos demais filhos de Israel( koren)marcado geneticamente com o cromossoma Y

E estarão sobre Arão e sobre seus filhos, quando entrarem na tenda da congregação, ou quando chegarem ao altar para ministrar no santuário, para que não levem iniquidade e morram; isto será estatuto perpétuo para ele e para a sua descendência depois dele.Êxodo 28:43
E os cingirás com o cinto, a Arão e a seus filhos, e lhes atarás as tiaras, para que tenham o sacerdócio por estatuto perpétuo, e consagrarás a Arão e a seus filhos;Êxodo 29:9
E será para Arão e para seus filhos por estatuto perpétuo dos filhos de Israel, porque é oferta alçada; e a oferta alçada será dos filhos de Israel, dos seus sacrifícios pacíficos; a sua oferta alçada será para o SENHOR.Êxodo 29:28
Lavarão, pois, as suas mãos e os seus pés, para que não morram; e isto lhes será por estatuto perpétuo a ele e à sua descendência nas suas gerações.Êxodo 30:21
Estatuto perpétuo é pelas vossas gerações, em todas as vossas habitações: nenhuma gordura nem sangue algum comereis.Levítico 3:17
Todo o homem entre os filhos de Arão comerá dela; estatuto perpétuo será para as vossas gerações das ofertas queimadas do SENHOR; todo o que as tocar será santo.Levítico 6:18
Também o sacerdote, que de entre seus filhos for ungido em seu lugar, fará o mesmo; por estatuto perpétuo será ela toda queimada ao SENHOR.Levítico 6:22
Porque o peito movido e a espádua alçada tomei dos filhos de Israel dos seus sacrifícios pacíficos, e os dei a Arão, o sacerdote, e a seus filhos, por estatuto perpétuo dos filhos de Israel.Levítico 7:34
O que o SENHOR ordenou que se lhes desse dentre os filhos de Israel no dia em que os ungiu; estatuto perpétuo é pelas suas gerações.Levítico 7:36
Não bebereis vinho nem bebida forte, nem tu nem teus filhos contigo, quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações;Levítico 10:9
A espádua da oferta alçada e o peito da oferta movida trarão com as ofertas queimadas de gordura, para oferecer por oferta movida perante o SENHOR; o que será por estatuto perpétuo, para ti e para teus filhos contigo, como o SENHOR tem ordenado.Levítico 10:15
E isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós.Levítico 16:29
É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo.Levítico 16:31
E isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação pelos filhos de Israel de todos os seus pecados, uma vez no ano. E fez Arão como o SENHOR ordenara a Moisés.Levítico 16:34
E nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, após os quais eles se prostituem; isto ser-lhes-á por estatuto perpétuo nas suas gerações.Levítico 17:7
E não comereis pão, nem trigo tostado, nem espigas verdes, até aquele mesmo dia em que trouxerdes a oferta do vosso Deus; estatuto perpétuo é por vossas gerações, em todas as vossas habitações.Levítico 23:14
E naquele mesmo dia apregoareis que tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; estatuto perpétuo é em todas as vossas habitações pelas vossas gerações.Levítico 23:21
Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações em todas as vossas habitações.Levítico 23:31
E celebrareis esta festa ao SENHOR por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis.Levítico 23:41
Arão as porá em ordem perante o SENHOR continuamente, desde a tarde até à manhã, fora do véu do testemunho, na tenda da congregação; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações.Levítico 24:3
E será de Arão e de seus filhos, os quais o comerão no lugar santo, porque uma coisa santíssima é para eles, das ofertas queimadas ao SENHOR, por estatuto perpétuo.Levítico 24:9
Dela nada deixarão até à manhã, e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da páscoa a celebrarão.Números 9:12
E, quando um estrangeiro peregrinar entre vós, e também celebrar a páscoa ao SENHOR, segundo o estatuto da páscoa e segundo o seu rito assim a celebrará; um mesmo estatuto haverá para vós, assim para o estrangeiro, como para o natural da terra.Números 9:14
E os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e a vós serão por estatuto perpétuo nas vossas gerações.Números 10:8
Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação, e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o SENHOR.Números 15:15
Será que, quando se fizer alguma coisa por ignorância, e for encoberto aos olhos da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho para holocausto em cheiro suave ao SENHOR, com a sua oferta de alimentos e libação conforme ao estatuto, e um bode para expiação do pecado.Números 15:24
Disse mais o SENHOR a Arão: Eis que eu te tenho dado a guarda das minhas ofertas alçadas, com todas as coisas santas dos filhos de Israel; por causa da unção as tenho dado a ti e a teus filhos por estatuto perpétuo.Números 18:8
Também isto será teu: a oferta alçada dos seus dons com todas as ofertas movidas dos filhos de Israel; a ti, a teus filhos, e a tuas filhas contigo, as tenho dado por estatuto perpétuo; todo o que estiver limpo na tua casa, delas comerá.Números 18:11
Todas as ofertas alçadas das coisas santas, que os filhos de Israel oferecerem ao SENHOR, tenho dado a ti, e a teus filhos e a tuas filhas contigo, por estatuto perpétuo; aliança perpétua de sal perante o SENHOR é, para ti e para a tua descendência contigo.Números 18:19
Mas os levitas executarão o ministério da tenda da congregação, e eles levarão sobre si a sua iniquidade; pelas vossas gerações estatuto perpétuo será; e no meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão,Números 18:23
Este é o estatuto da lei, que o SENHOR ordenou, dizendo: Dize aos filhos de Israel que te tragam uma novilha ruiva, que não tenha defeito, e sobre a qual não tenha sido posto jugo.Números 19:2
E o que apanhou a cinza da novilha lavará as suas vestes, e será imundo até à tarde; isto será por estatuto perpétuo aos filhos de Israel e ao estrangeiro que peregrina no meio deles.Números 19:10
Isto lhes será por estatuto perpétuo; e o que espargir a água da separação lavará as suas vestes; e o que tocar a água da separação será imundo até à tarde,Números 19:21
Se também seu pai não tiver irmãos, então dareis a sua herança a seu parente, àquele que lhe for o mais chegado da sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será por estatuto de direito, como o SENHOR ordenou a Moisés.Números 27:11
Além do holocausto do mês, e a sua oferta de alimentos, e o holocausto contínuo, e a sua oferta de alimentos, com as suas libações, segundo o seu estatuto, em cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.Números 29:6
E a sua oferta de alimentos e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;Números 29:18
E as suas ofertas de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;Números 29:21
A sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros, e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;Números 29:24
E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;Números 29:27
E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;Números 29:30
E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o seu estatuto,Números 29:33
A sua oferta de alimentos e as suas libações para o novilho, para o carneiro e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto.Números 29:37
E disse Eleazar, o sacerdote, aos homens da guerra, que foram à peleja: Este é o estatuto da lei que o SENHOR ordenou a Moisés.Números 31:21
E estas coisas vos serão por estatuto de direito às vossas gerações, em todas as vossas habitações.Números 35:29
Assim, naquele dia fez Josué aliança com o povo e lhe pôs por estatuto e direito em Siquém. Josué 24:25
O que assim foi desde aquele dia em diante, porquanto o pôs por estatuto e direito em Israel até ao dia de hoje.1 Samuel 30:25
O qual também a Jacó confirmou por estatuto, e a Israel por aliança eterna,1 Crônicas 16:17
E Jeremias fez uma lamentação sobre Josias; e todos os cantores e cantoras, nas suas lamentações, têm falado de Josias, até ao dia de hoje; porque as estabeleceram por estatuto em Israel; e eis que estão escritas nas lamentações.2 Crônicas 35:25
Porque isto era um estatuto para Israel, e uma lei do D,us de Jacó.Salmos 81:4
No dia em que reedificar os teus muros, nesse dia estará longe e dilatado o estatuto.
E disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito.Êxodo 16:32
Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do SENHOR, para guardá-lo para as vossas gerações.Êxodo 16:33
Este será o holocausto contínuo por vossas gerações, à porta da tenda da congregação, perante o SENHOR, onde vos encontrarei, para falar contigo ali.Êxodo 29:42
Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.Êxodo 31:13
Todo o homem entre os filhos de Arão comerá dela; estatuto perpétuo será para as vossas gerações das ofertas queimadas do SENHOR; todo o que as tocar será santo.Levítico 6:18
Não bebereis vinho nem bebida forte, nem tu nem teus filhos contigo, quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações;Levítico 10:9
Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR vosso Deus.Levítico 23:43
Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação, e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o SENHOR.
Existem quatro níveis de interpretações utilizados pelos sábios judeus.
1 – Pshat – o "simples significado", ou significado LITERAL. Assim é ensinado para as crianças e adultos que ainda não estão familiarizados com a Literatura da Torá. O ensinamento Literal é o mais apropriado neste caso.
2 – Remez – "dicas" de um significado Alegórico, um ensinamento mais profundo, e não apenas a expressão literal. Atingidos por pessoas com melhor nivel cultural e amplo conhecimento de Torá.
3 – Drash – "interpretação"; descobrir o significado através do Midrash, analisando as palavras, a colocação, os formatos das Letras, por comparação palavras e formas e também por ocorrências semelhantes noutros locais. Aqui este nível está disponível para pessoas de grande conhecimento em Torá, já no caso destacando-se dos demais!
4 – Sod – o "segredo" ou o significado místico e metafísico de uma passagem. Trata-se aqui de um conhecimento secreto, geralmente está mais para as pessoas que estão com um nível muito avançado de conhecimento de Torá. No caso o Sod é alcançado por exegetas, rabinos conhecedores da Kabala.

Revelação no sinai

Por vinte e seis gerações, desde a criação de Adam, D'us esperou para transmitir à humanidade a preciosa Torá, que precedeu a Criação do Universo. Finalmente, Ele encontrou um povo disposto a aceitá-la. O grande momento de Sua Revelação foi aguardado ansiosamente pelo mundo todo, uma vez que com isso se realizaria o objetivo espiritual da Criação.
O dia em que D'us nos entregou a Torá foi um Shabat: 6 de Sivan do ano 2448. Havia chovido à noite sobre a montanha para refrescar o ar. O Monte Sinai tremia de emoção ante o portentoso transcendental evento prestes a ocorrer sobre ele. Todas as montanhas estavam em estado de agitação junto com esse, até que D'us acalmou-as.
O povo ainda estava dormindo, porque a noite de verão havia sido curta. Foram acordados por raios e trovões sobre o Monte Sinai, e por Moshê chamando-os: "O noivo está esperando pela noiva sob o pálio nupcial!" Moshê levou o povo ao Monte Sinai como quem conduz a noiva ao casamento.
Ao povo judeu, que estava reunido aos pés do Monte Sinai, homens e mulheres separadamente, uniram-se todas os milhões de almas de seus descendentes, e as almas de todos os convertidos que viriam a aceitar a Torá em futuras gerações.
Quando D'us desceu sobre o Monte Sinai numa explosão de fogo, cercado por uma hoste de 22.000 anjos, a terra tremeu, e havia raios e trovões. O povo judeu ouviu o som de um shofar cada vez mais alto, crescendo de intensidade até atingir o volume máximo suportável. O fogo do Monte Sinai elevou-se ao próprio céu, e a montanha fumegava como uma fornalha. O povo tremia de medo.
D'us então pegou o Monte Sinai e o susteve sobre as cabeças do povo. A montanha ficou transparente como cristal, suspensa sobre o Povo de Israel de modos que todos puderam ver através dela. Os céus se abriram e D'us lhes mostrou que não havia nada ali, com exceção Dele.
Uma espessa nuvem envolveu a montanha. D'us inclinou os céu até alcançarem o Monte Sinai, e Ele desceu sobre a montanha.
A Reação do Povo Judeu ao Ouvir a Voz de D'us
Nesta ocasião, o povo não apenas escutou a Voz de D'us, mas realmente viu as ondas sonoras emergindo da "Boca" de D'us. Visualizaram-nas como uma substância ardente, em chamas. Cada Mandamento que saía da Boca de D'us viajou através do acampamento inteiro, e então voltou a cada judeu individualmente, perguntando-lhe: "Aceita sobre si este Mandamento, com todas as leis pertinentes?" - todos os judeus responderam "Sim" após cada mandamento. Finalmente, a substância ardente que viram gravou-se nas Tábuas.
Apesar de o povo judeu ter pedido para ver a Glória de D'us e ouvir Sua Voz, suas almas deixaram o corpo quando realmente experimentaram a Revelação. A Voz de D'us reverberou com tal força que quebrou árvores de cedro, fez montanhas estremecerem, fez com que cervas dessem à luz devido ao choque, e desmatou bosques inteiros.
As nações que testemunharam a comoção, mas não sabiam a causa foram até o feiticeiro Bil'am, que era famoso por sua sabedoria e questionaram: "D'us estaria prestes a trazer outro dilúvio sobre a terra?"
"Não," acalmou-os Bil'am. "O mundo está em efervescente atividade porque D'us está dando a Torá a Seu povo."
D'us queria dar o Primeiro dos Dez Mandamentos. Naquele momento, Moshê estava no topo da montanha. D'us mandou-o descer.
D'us pensou: "Se Moshê permanecer no cume, o povo poderia não ter certeza de que realmente ouviu os Dez Mandamentos de Mim. Poderiam pensar que a era a voz de Moshê. Portanto, que desça primeiro, e então Eu pronunciarei os Dez Mandamentos."
Por isso, D'us ordenou a Moshê: "Desça e avise o povo que não deve aglomerar-se além dos limites fixados ao sopé da montanha, apesar do desejo de Me ver. Aquele que tocar o Monte Sinai morrerá. Após a partida da Shechiná, serão novamente autorizados a subir a montanha."
"Já lhes transmiti esta advertência," respondeu Moshê.
"Não obstante, avise-os uma segunda vez. Pois agora é o momento ao qual a advertência se aplica. Após avisá-los, você, Aharon e os primogênitos que realizarão o serviço subirão a montanha, e cada um assumirá a posição que lhe foi designada. O povo deve ficar aos pés da montanha; os primogênitos subirão mais alto, Aharon mais alto ainda, e você ao topo!" Assim que Moshê desceu, D'us começou a falar, dizendo: "Eu Sou D'us, teu D'us..."
Primeiro D'us pronunciou os Dez Mandamentos simultaneamente. Este é um ato além da capacidade humana. O propósito deste milagre era demonstrar claramente que os Dez Mandamentos vieram diretamente Dele. Nenhum ser humano, ou criatura celestial poderia realizar tal milagre. Falou-os todos ao mesmo tempo, de modo que o povo os escutou mas não os entendeu.
Em seguida, Ele repetiu cada Mandamento separadamente.
Os israelitas não experimentaram o total impacto da Voz Divina. Cada indivíduo percebeu-a de acordo com sua capacidade única de vivenciar a Shechiná. Não obstante, desmaiaram após cada Mandamento, uma vez que este nível de profecia realmente excedia seus poderes de percepção.
Quando os judeus escutaram a voz de D'us, sentiram-se como se beijados por D'us. Estavam tão empolgados de júbilo que as almas abandonaram os corpos e todos caíram mortos.
A própria Torá suplicou que D'us restituísse a vida aos judeus, argumentando: "Como pode o universo estar contente com o recebimento da Torá se seus filhos morrem no processo? Será que há motivo para regozijar-se se o rei que casa sua filha, ao mesmo tempo mata todos os membros de sua casa?"
D'us então aspergiu o Orvalho da Ressurreição sobre o povo. Este era o mesmo Orvalho com o qual Ele ressuscitará os mortos em tempos futuros. Os israelitas, contudo, ainda sentiam-se fracos do choque que experimentaram. Por isso, D'us encheu o ar com a fragrância de especiarias, e recuperaram-se. Não obstante o temor pela Voz de D'us era tão grande que correram apressadamente ao final do acampamento. Os anjos de D'us tiveram que transportá-los de volta às suas posições iniciais aos pés do Monte Sinai, para ouvir o próximo Mandamento. Novamente os judeus ficaram tão maravilhados e felizes ao escutar a voz de D'us que suas almas abandonaram seus corpos. D'us voltou a revivê-los.
Moshê Transmite ao Povo os Oito Mandamentos Restantes
Após os dois primeiros Mandamentos, os judeus estavam tão amedrontados que imploraram a Moshê que transmitisse o resto dos Mandamentos, em vez de escutar a voz de D'us outra vez. Pediram pois, a Moshê: "Por favor, fale você em lugar de D'us. É difícil para nós suportar a emoção de escutar a Voz Dele. Temos medo de voltar a morrer."
Apesar de D'us saber de antemão que os filhos de Israel não seriam capazes de sobreviver ao ouvir Sua Voz, não obstante Ele concedeu-lhes seu pedido original de ouvi-Lo. Ele não queria que os judeus, no futuro, reclamassem: "Se apenas Ele nos tivesse concedido uma Revelação direta, nunca teríamos servido ídolos!"
D'us mandou então os dois anjos, Michael e Gavriel, para trazerem Moshê ao topo da montanha. Pegaram-no pela mão e, contra sua vontade, arrastaram-no montanha acima, para a nuvem espessa. Moshê tinha a habilidade de penetrar a escuridão, a Nuvem, e o espesso da Nuvem. Foi-lhe permitido entrar no compartimento mais íntimo do Céu, ao qual nem anjos têm acesso. Ele mereceu isto por causa de sua extrema modéstia, pois a Shechiná paira sobre quem é humilde.
D'us amplificou a voz de Moshê, para que alcançasse todo povo. Moshê, em sua grande sabedoria, acalmou o povo amedrontado.
"Não temam! D'us apareceu apenas para elevar vocês, e para isto Seu temor deve estar sobre vocês, para que não pequem!"
D'us então transmitiu a Moshê os outros oito Mandamentos, e Moshê os repetiu para o povo. Então D'us ordenou que Moshê dissesse ao povo: "Vocês testemunharam pessoalmente que Eu falei com vocês do Céu. Não receberam um relato de outros. Se alguém ouve algo de outros, pode suscitar dúvidas em sua mente. Contudo, todos vocês viram a Outorga da Torá com seus próprios olhos."
Até os dias de hoje continuamos convencidos da veracidade da Torá, pois estamos cônscios da certeza histórica de que nosso povo inteiro testemunhou a Outorga da Torá, a Divina Revelação da Torá no Monte Sinai. O judaísmo, em contraste com outras religiões, não se baseia na crença de relatos de indivíduos, mas sobre fatos históricos.
Observaçao estava ali o ami israel nem sefarditas nem Asquenazitas nem Benei Anussim “mais sim todo povo de Israel”

Queiram alguns ou não queiram somos a prova viva da imortalidade de Israel.

Segundo nossos sábios são sim como veremos a baixo.

Comentário de Mordechai Moré.

“Neste ponto vejo que estimados rabinos asquenazitas não conhecem quase nada sobre nossa historia Anussitas nem na Espanha nem em Portugal e nas Américas.”

A história de São Tomé e Príncipe, duas pequenas ilhas da costa ocidental africana, próximas à Guiné, inclui uma era trágica. Em 1493, um ano após os judeus serem expulsos da Espanha, uma grande porcentagem deles se refugiaram em Portugal, onde o édito de expulsão só foi decretado em 1496. O rei Manuel I, de Portugal, na procura de fundos para financiar seu programa de expansão colonial, passou a cobrar dos judeus impostos exorbitantes, dando a eles pouco tempo para pagar e multas para aqueles que não pagassem a tempo.

O rei queria colonizar as ilhas de São Tomé e Príncipe (para "branquear a população", como ele mesmo colocou), mas os portugueses recusavam fixar-se naquelas ilhas cálidas e infestadas de crocodilos. Como parecia pouco provável que a maioria dos judeus pagasse os impostos, por padecerem necessidades, o rei deportou seus pequenos filhos, de idade entre 2 e 10 anos, para São Tomé e Príncipe. No porto de Lisboa, não menos que 2000 crianças foram separadas de seus pais e postos em barcos como escravos (Rabi Samuel Usque relata isso em seu livro, "Os Sofrimentos e Tribulações de Israel"). Em um ano, apenas 600 crianças permaneciam vivas. Usque relata que quando os pais viram que a deportação era inevitável, eles passaram às crianças a importância de observar as Leis de Moisés; e alguns até casaram suas crianças.

Os esforços dos pais aparentemente não foram em vão, como relatam os rumores que chegaram ao Ofício da Inquisição em Lisboa de que em São Tomé e Príncipe havia incidentes de clara observância judaica. A Igreja Católica Romana foi grandemente afrontada. O bispo nomeado a São Tomé e Príncipe em 1616, Pedro da Cunha Lobo, ficou atormentado com o problema. Em 1621 ele foi acordado por uma procissão, levantada para confrontá-los, e foi insultado tão sinceramente que em desgosto ele desistiu e pegou o primeiro navio de volta para Portugal.

Havia um certo fluxo de judeus comerciantes de cacau e açúcar nas ilhas nos séculos XIX e XX, dois deles estão enterrados no cemitério de São Tomé e Príncipe.

Hoje ainda podem ser achados os descendentes das crianças escravizadas. Alguns costumes judaicos permanecem, embora misturados com os valores e cultura da sociedade criou
Fomos humilhados, perseguido, acusados de judaísmo,saqueados pelo Clero Romano
e hoje temos que enfrentar a furria dentro de nossa propiá casa,samos novamente humilhados ,saqueados em nosso direitos ,como filhos da nação, e expressamente proibido fazer guerra contra um outro judeu, ou seja contra o próprio povo.
Será que alguns não sabem disso?
E como um delegado de policia que pergunta a um marginal,”porque você violentou aquela criança?
A resposta do criminoso quase sempre, fui violentado quando criança.
Pergunto eu se logico depois de ter passado tantas angustias , querer também transmitir angustias e sofrimento ao próximo?

Hillel: "Não faças aos outros o que não queres que façam contigo. O resto é comentário."

O que é Halakhah?
O judaísmo não é apenas um conjunto de crenças sobre D,us, o homem eo universo.O judaísmo é uma forma abrangente de vida, cheio de regras e práticas que afetam todos os aspectos da vida: o que você faz quando você acorda pela manhã, o que você pode e não pode comer, o que você pode e não pode usar, como você mesmo noivo, como conduzir o negócio, que você pode casar como observar os feriados e Shabat, e talvez mais importante, como tratar Deus,Outras pessoas e animais Este conjunto de regras e práticas é conhecido como halakhah ou halája ainda halachá.
A palavra "halachá" é geralmente traduzida como "lei judaica", embora uma tradução mais literal (e mais apropriado) pode ser "o caminho que se caminha."A palavra é derivada do hebraico raiz Hei-Lamed-Kaf, ou seja, para ir, a pé ou de viajar.
Alguns não-judeus e judeus não-observantes criticar esse aspecto legalista do judaísmo tradicional, dizendo que ele reduz a religião a um conjunto de rituais desprovidos de espiritualidade.
Enquanto há certamente alguns judeus que observam halakhah, desta forma, que não é a intenção de halakhah, e nem sequer é a maneira correta de observar halakhah.
Pelo contrário, quando devidamente observadas, halakhah aumenta a espiritualidade na vida de uma pessoa, porque transforma os mais triviais, atos mundanos, como comer e vestir-se, em atos de significado religioso.Quando as pessoas escrevem para mim e perguntam como aumentar a sua espiritualidade ou a influência de sua religião em suas vidas, a única resposta que eu posso pensar é: observar mais halakhah.Mantenha kasher ou luz do shabat velas,rezar após as refeiçoes ou uma ,duas ou tres vezes ao dia .Quando você faz essas coisas, você está constantemente lembrado de sua relação com o Divino, e torna-se parte integrante de toda a sua existência.
São estas leis às vezes inconveniente? Sim, é claro.Mas se alguém que você gosta - seu pai, seu filho, seu esposo - pediu-lhe para fazer algo inconveniente ou desagradável, algo que você não tem vontade de fazer, você faria isso, não é? É um tipo muito superficial e sem sentido do amor, se você não está disposto a fazer algo inconveniente para a pessoa que você ama. Quanto mais devemos estar dispostos a executar algumas tarefas ocasionalmente inconvenientes que foram definidas antes de nós por nosso Criador, que atribuiu as tarefas para nós, para o nosso próprio bem?
Fontes de Halakhah
Halakhah vem de três fontes: a partir da Torah a partir de leis instituídas pelos Rabinos e dos costumes de longa data.Halakhah de qualquer dessas fontes pode ser referido como uma mitzvah (mandamento; plural: mitzvot).A palavra "mitzvah" também é comumente usado de forma casual para se referir a qualquer boa ação.Devido a esse uso impreciso, discussões halakhic sofisticadas têm o cuidado de identificar mitzvot comomitzvot d'oraita(uma palavra aramaica que significa "da Torá") ou mitzvot d'rabbanan(aramaico para "a partir do rabinos").Um mitzvá que surge a partir de costume é referido como um Minhag.Mitzvot de todos os três destas fontes são vinculativas, embora existam diferenças na maneira como elas são aplicadas (ver´abaixo).Mitzvot D'Oraita:Mandamentos da Torá
No coração da halakhah é o imutável613 mitzvot(mandamentos) que D,us ao povo judeu naTorá(os cinco primeiros livros da Bíblia).
Algumas das mitzvot d'oraita são, comandos explícitos claro no texto da Torá (Não matarás, você deve escrever palavras da Torá nos umbrais de tua casa), outros são mais implícita (o mitzvah de recitar graça após as refeições, que é inferida a partir "e você vai comer e ficar satisfeito e abençoar o Senhor vosso Deus"), e alguns só pode ser verificado por meio do raciocínio dedutivo (que um homem não deve cometer incesto com sua filha, que é deduzida a partir da mandamento de não cometer incesto com a filha de sua filha).
Alguns dos sobreposição mitsvot, por exemplo, há um mandamento para descansar noShabat e um mandamento separado para não fazer trabalho no Shabat.
Embora não haja uma concordância de 100% sobre a lista precisa dos 613 (existem diferenças na forma como algumas listas dividir relacionados ou mitzvot sobreposição), há um acordo completo que existem 613 mitzvot. Este número é significativo: é o valor numérico da palavra Torah (Tav = 400 + Vav = 6 + Reish = 200 + Hei = 5), mais duas para as duas mitzvot cuja existência precede a Torah: Eu sou o Eterno , seu D'us e Não terás outros deuses diante de mim.Talmud Makkot 23b). Os 613 são muitas vezes referidos como o mitzvot taryag, porque a forma padrão de escrever o número 613 em hebraico é Tav (400) Reish (200) Yod (10) Gimel (3). A lista mais aceita os 613 mitzvot é Rambaml ist 's em seu Mishnê Torah. Na introdução ao primeiro livro da Torá Mishnê, Rambam lista todas as mitsvot, então começa a dividi-los em categorias de assunto.Veja lista dos 613 Mitzvot.
Há também um acordo completo que estes 613 mitzvot podem ser subdivididos em 248 mitzvot "positivo" e 365 mitzvot "negativo".Mitzvot positivas são mandamentos para fazer alguma coisa, como o mandamento de honrar sua mãe e seu pai.Em hebraico, estes são chamados aseh mitzvot (mandamentos para fazer).Mitzvot negativas são mandamentos para não fazer algo, tal como o mandamento de não matar.Em hebraico, estes são chamados lo ta'aseh mitzvot (mandamentos não fazer).OTalmud explica que estes números têm um significado: há 365 dias no ano solar, e 248 ossos do corpo humano masculino (Makkot 23b).(Nota: o termo hebraico traduzido como "ossos" inclui algumas partes do corpo adicionais, o que explica a discrepância de contagem da medicina moderna de 206 ossos).As fontes antigas também indicam que há 365 tendões do corpo, e um ciclo significativo de 248 dias da lua, para que ambos os números têm tanto anatômica e significado astronômico.
Muitos destes 613 mitsvot não pode ser observado no tempo, por diversas razões.Por exemplo, uma grande parte das leis se relacionam com sacrifícios e ofertas, o que só pode ser feito noTemplo, e que não existe hoje.Algumas das leis referem-se ao estado teocrático de Israel, seu rei, a corte suprema, e seu sistema de justiça, e não pode ser observado, porque o estado teocrático de Israel não existe hoje.Além disso, algumas leis não se aplicam a todas as pessoas ou lugares.Leis agrícolas aplicam-se apenas dentro doestado de Israel, e certas leis se aplicam apenas aos Cohanim oulevitas .O 19th/20th século erudito rabino Israel Meir Kagan, vulgarmente conhecido como o Chafetz Chaim, identificou 77 mitzvot positivas e 194 mitzvot negativo que pode ser observado fora de Israel hoje.
Mitzvot D'rabbanan:leis instituídas pelos rabinos
Além das leis que vêm diretamente da Torah (d'oraita), halakhah inclui leis que foram decretadas pelo rabinos(d'rabbanan). Essas leis rabínicas ainda são referidos como mitzvot (mandamentos), mesmo que eles não fazem parte do original 613 mitzvot d'oraita.Mitzvot d'rabbanan são consideradas como obrigatórias como as leis da Torá, mas há diferenças na forma como se aplicam as leis que são d'oraita e leis que são d'rabbanan (ver abaixo).
Mitzvot d'rabbanan são comumente dividido em três categorias: gezeirah, takkanah e Minhag.
A gezeirah é uma lei instituída pelos rabinos para evitar que pessoas de violar acidentalmente a Torah mitzvah. É comum falar de uma gezeirah como uma "cerca" em torno da Torá.Por exemplo, aTorá nos ordena a não trabalhar noShabat, mas há comandos gezeirah nós nem sequer lidar com um implemento que você usaria para executar o trabalho proibido (como um lápis, dinheiro, um martelo), porque alguém segurando o instrumento pode esquecer que foi o Shabat e executar o trabalho proibido.A palavra é derivada da raiz Gimel-Zayin-Reish, o que significa cortar ou separar.
A takkanah é uma regra relacionada com as leis bíblicas que foi criado pelos rabinos para o bem-estar público.Por exemplo, a prática de leituras públicas da Torá toda segunda-feira e quinta-feira é um takkanah instituída por Ezra.
O "mitzvah" para acender velas emChanukkah, um feriado pós-bíblico, é também um takkanah.A palavra é derivada da raiz hebraica Tav-Qof-Nun, ou seja, para corrigir, para remediar ou reparar.É a mesma raiz como em "Tikun Olam," consertando o mundo, ou tornar o mundo um lugar melhor, um conceito muito importante em todos os ramos do judaísmo.
Alguns takkanot variar de comunidade para comunidade ou de região para região.Por exemplo, por volta do ano 1000dC, um Rabbeinu Gérson Me'or Ha-Golah instituiu uma proibição de poligamia takkanah (várias esposas), uma prática claramente permitido pela Torá e doTalmud.Este takkanah foi aceito porAshkenazi judeus, que viviam em países cristãos, onde a poligamia não era permitida, mas não foi aceite pelo sefarditas Judeus, que viviam em países islâmicos, onde os homens eram permitidos até quatro esposas.
Minhag: Alfândega
Minhag é tratada como uma categoria de mitzvot d'rabbanan(dorabinos), principalmente porque ele não é claramente d'oraita (da Torá), mas Minhag geralmente não é o tipo de regra que é criada pela tomada de decisão fundamentada.A Minhag é um costume que se desenvolveu por motivos religiosos dignos e tem continuado o tempo suficiente para se tornar uma prática religiosa obrigatória.Por exemplo, o segundo dia extra de férias foi originalmente instituído como um gezeirah, de modo que as pessoas de fora de Israel, não determinados do dia de um feriado, não violaria acidentalmente do feriado mitzvot.Depois que o calendário matemático foi instituído e não havia nenhuma dúvida sobre os dias de hoje, no segundo dia de adição não era necessário.Os rabinos considerado acabar com a prática na época, mas decidiu continuar como um Minhag: a prática da observação de um dia extra haviam desenvolvido por motivos religiosos dignos, e se tornou habitual.
É importante notar que esses "costumes" são uma parte obrigatória de halakhah, assim como um mitzvah, um takkanah ou gezeirah.
A palavra "Minhag" também é usado em um sentido mais vago, para indicar uma comunidade ou forma de um indivíduo habitual de fazer alguma coisa religiosa.Por exemplo, ele pode ser o Minhag em uma sinagogapara ficar recitando uma determinada oração, enquanto em outra sinagoga é o Minhag para se sentar durante a oração.Pode tornar-se Minhag de um indivíduo para se sentar em um determinado local na sinagoga, ou andar à sinagoga de uma certa maneira, e sob circunstâncias apropriadas estes também podem se tornar Minhag.Mesmo neste sentido looser, esses costumes podem tornar-se obrigatório para o indivíduo, é geralmente recomendado que a pessoa siga o seu próprio pessoal ou comunitária Minhag, tanto quanto possível, mesmo quando visitar outra comunidade, a não ser que Minhag faria com que o outro desconforto comunidade ou vergonha ..
A diferença entre Torah Lei e Direito rabínica
Como vimos, a lei judaica inclui tanto as leis que vêm diretamente daTorah(expressa, implícita ou deduzido) e leis que foram decretadas pelosrabinos.Em certo sentido, no entanto, até mesmo as leis promulgadas pelos rabinos pode ser considerado derivado da Torá: a Torá dá a certas pessoas a autoridade para ensinar e fazer julgamentos sobre a lei (Deut. 17:11), de modo que essas leis rabínicas não deve ser casualmente descartado como apenas as "leis do homem" (em oposição às leis de D'us).Leis rabínicas são consideradas como obrigatórias como as leis da Torá, mas há diferenças na forma como se aplicam as leis que são "d'oraita" (a partir da Torah) e as leis que são "d'rabbanan" (do rabinos).
A primeira diferença importante é uma questão de prioridade: d'oraita tem precedência sobre d'rabbanan.Se duas regras d'oraita entram em conflito em uma situação particular, regras de precedência são aplicados para determinar qual regra é seguida, no entanto, se uma regra oraita d'entra em conflito com uma regra rabbanan d', a regra oraita d'( Torah regra) sempre tem precedência.Nós rápido noYom Kippur, quando cai em Shabat?Estes são os dois d'oraita, para regras de precedência devem ser aplicadas.Regras específicas têm precedência sobre normas gerais, assim, as regras específicas de Yom Kippur jejum tem precedência sobre a regra geral do Shabat alegria, e sim, nós jejuar no Yom Kippur no Shabat.No entanto, os outros jejuns no calendário judaico são d'rabbanan, assim que o d'oraita regra do Shabat alegria prevalece, e outros jejuns que caem no Shabat são movidos para outro dia.
A segunda diferença importante é o rigor da observância.Se houver dúvida (em hebraico: safek) em um assunto que é d'oraita, tomamos a posição de estrita (em hebraico: machmir) sobre a regra, se houver dúvida em um assunto que é d'rabbanan, tomamos o posição branda (em hebraico: Makil) sobre a regra.Em hebraico, esta regra é afirmado: safek d'oraita l'humra; safek d'rabbanan l'kula.Este é mais fácil de entender com um exemplo: suponha que você está lendo as orações da manhã e você não consegue se lembrar se você ler Bar'khu e Sema (duas orações importantes).Você está em dúvida, safek.A recitação do Shema na parte da manhã é uma mitzvah d'oraita, um mandamento bíblico (Deut. 06:07), então você deve ser machmir, você deve voltar e recite Shema se você não tem certeza se você fez.A recitação do Bar'khu, por outro lado, é um mitzvah d'rabbanan, a lei rabínica, para que possa ser Makil, você não tem que voltar e recitá-lo, se você não tem certeza.Se você tiver certeza que você não recitar qualquer um deles, então você deve voltar e recitar tanto, não há dúvida nenhuma base para isso clemência.
A segunda proibição referia-se à guarda do Shabat, que de fato é a própria observância religiosa que confirma o pacto de D'us com o povo judeu. Pois que a Torá diz: "E os filhos de Israel guardarão o Shabat, celebrando-o como aliança perpétua em todas as suas gerações. Entre Mim e os filhos de Israel é um sinal para sempre..." (Êxodo 31:16-17).

A terceira proibição recaiu sobre a prática da circuncisão - o rito religioso físico que consagra o pacto eterno entre D'us e os homens judeus. Assim diz a Torá: "Esta é a Minha aliança, que guardareis entre Mim e vós, e a vossa descendência. Todo macho entre vós será circuncidado... e será isso por sinal de aliança entre Mim e vós". (Gênese 17:10-11).
.Como os judeus defrontavam-se como uma guerra basicamente contra sua alma judaica, sua reação também foi imbuída de espiritualidade. Antes de sua morte, Matitiahu, o iniciador da revolta judaica, conclamou seus filhos a continuar a luta em defesa da Divina Torá. Seu filho e sucessor, Yehuda, era chamado de "o Macabeu" numa alusão às iniciais das palavras hebraicas "Mi Kamocha Ba'elim Ad-nai" (Quem é como Tu, ó Senhor, dentre os poderes dos Céus?" (Êxodo 15:11). Quando os macabeus foram confrontados pelo esmagador exército de Antioco, exclamaram "Lutaremos até a morte em defesa de nossa alma judaica e de nosso Templo Sagrado!"
Ieshaiáhu 52:11:12
11 Retirai-vos ,deixe as terras de outros povos,sai de lá,não toqueis coisa impura;
sai do meio dela;purificai-vos ,vós que trasportai objetos sagrados do Eterno.

12 Pois não saireis apressadamente, nem ireis em fugindo; porque o Eterno e quem irá diante de vós, e o D,us de Israel será a vossa retaguarda.
Chamado a todo filho da nação de Israel vamos procura chamar a atenção das autoridades , para ser examinado cada caso,em um processo justo ,legitimo.
Pedimos a todas autoridades rabínicas em especial aos sefarditas, empresários judeus ,religiosos que nos ajudem,porque no brasil esta acontecendo um genocídio espiritual.
Espero que HaShem levante filhos de Israel,Para nos ajudar-nos!!

Mordechai Moré Ben Yehuda S,t
Marcos Moreira Da Silva

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Shabat

Significado do Shabat. O nome do sétimo dia da semana é derivado do hebraico - Shabat - que significa simplesmente "cessar de trabalhar". O Shabat não é somente um dia de descanso: é um dia de santidade, quando as pessoas podem, por um curto período de tempo, deixar de lado suas preocupações e objetivos materiais da vida, e devotar-se para a renovação espiritual e para a atividade religiosa.
O Shabat é totalmente observado quando há ambos, descanso físico e recreação espiritual. Esta combinação de elementos do Shabat é enfatizada nos Dez Mandamentos e em outras partes da Torá, onde ambos os aspectos, o social e o religioso, são descritos.
No Kidush, a benção da santificação recitada no dia do Shabat, a importância social deste dia está expressa na frase "zecher l'yitziat Mitzraim" - em recordação à saída do Egito - quando o povo de Israel foi redimido da escravidão física. O significado religioso é apontado pela designação do dia como "zikaron lemaasê Bereshit" - em memória à Criação do Universo pelo poder divino, superior a todas as outras forças.
Um Dia de Descanso - Proibição de Trabalho. O cessar de toda forma de trabalho é fundamental para a observância do Shabat. Os rabinos definiram "trabalho" com 39 categorias principais (associadas com a construção do Santuário no deserto), que virtualmente englobam todo tipo de atividade com potencial de quebrar a paz e o descanso no dia do Shabat. Tarefas que pareçam similares a qualquer uma das 39 divisões do trabalho proibidas, assim como diversos tipos de atividade que nos distrairiam da santidade do Shabat, ou que seriam muito pesadas para um dia de descanso.
Sempre que houver caso de perigo à vidas humanas, a Lei Judaica requer que o Shabat seja violado.
Observância na Sinagoga
Kabalat Shabat. Os serviços religiosos no Shabat são diferentes dos serviços dos outros dias da semana. O serviço da noite de sexta-feira é chamado Kabalat Shabat - "A Inauguração do Shabat" - e inclui a recitação de seis salmos (95-99, 24), correspondendo aos seis dias da Criação, e o salmo especial do Shabat (92).
Lechá Dodi. Uma parte central do serviço da noite de sexta-feira é o famoso hino do século XVI, composto por Solomon Alkabetz de Safed, conhecido por suas palavras iniciais "Lechá Dodi" - "Venha, amigo, encontrar-se com a noiva". O Shabat é poeticamente descrito na literatura judaica como "a noiva".
Kidush. A santificação do vinho - Kidush - é geralmente recitada na sinagoga ao fim do serviço religioso, uma vez que era costume entreter as pessoas na sinagoga, e a recitação pública do Kidush os isentaria de ter que recitar individualmente.
 Recitação do Kidush na noite de Shabat, cujo cumprimento cabe igualmente a homens e mulheres, é um dos mandamentos judaicos mais significativos e amplamente observados.
A guarda do Shabat – o único ritual judaico que é um dos Dez Mandamentos – é um dos pilares do judaísmo. É um mandamento tanto positivo quanto negativo. Isso significa que seu cumprimento se baseia em atos de cometimento e omissão. A Torá nos ordena “lembrar” (zachor) e “guardar” (shamor) o Shabat. “Guardamos” o Shabat abstendo-nos de realizar quaisquer dos 39 trabalhos (melachot) e suas derivações (toladot) proscritos nesse dia sagrado, e o “lembramos”  recitando o Kidush nas noites de sexta-feira.
Como o Shabat abrange duas diretrizes Divinas, não se trata de uma mitzvá do tipo “tudo ou nada”. Portanto, mesmo aqueles que não o “guardam”, devem cumprir o mandamento que ordena: “Lembra-te do dia do Shabat para santificá-lo” (Êxodo, 20:8), por meio da recitação do Kidush antes do jantar da noite de sexta-feira.
A recitação dessa bênção serve, portanto, para cumprir o mandamento positivo de “lembrar” do Shabat pelo fato de que o texto do Kidush enfatiza a santidade do dia – a distinção entre os seis dias mundanos da semana e o sétimo, sagrado. Há um princípio geral no judaísmo de que, na medida do possível, um evento espiritual deve ser expresso através de um ato físico. Daí o Kidush ser ligado à ingestão do vinho; não basta apenas recitar palavras sagradas.
De modo geral, ao recitar o Kidush, o fazemos sobre uma taça de vinho necessariamente casher e, de preferência, tinto. No entanto, se entre os participantes alguém não pode ingerir bebida alcoólica, esta pessoa deverá tomar suco de uva casher. A bênção é idêntica à do vinho. No caso de não haver vinho ou suco de uva casher, pode-se fazer o Kidush sobre o pão e, em vez de recitar a bênção Bore Peri HaGuefen, “que cria o fruto da videira”, diz-se, Hamotzi Lechem min Ha’aretz, “que tira o pão da terra”. Quando se usa pão em lugar de vinho, é preciso fazer a lavagem ritual das mãos (Netilat Yadaim) antes de fazer o Kidush, para que se possa comer o pão imediatamente após o término de sua recitação.
O Shabat é consagrado por meio de um ato físico porque o propósito dos mandamentos da Torá é santificar o mundo, infundindo o material no espiritual. Isso explica por que se usa vinho, em particular, no Kidush: por um lado, serve como um componente do prazer humano; por outro, por ter sido a única bebida, à exceção de água (em Sucot), que serviu de libação no altar do sacrifício no Tabernáculo e no Templo Sagrado de Jerusalém. O vinho, portanto, serve tanto como propósito físico quanto espiritual. Como o Talmud diz: “O vinho alegra D’us e o homem”.
Mas como o vinho, especialmente o tinto, é um símbolo de severidade e julgamento (a cor vermelha remete ao sangue) – a Cabalá nos recomenda adicionar ao vinho do Kidush uma pequena quantidade de água, que simboliza amor e graça. Primeiro o vinho é colocado quase que até a borda do copo
de Kidush; a seguir, acrescenta-se um pouquinho de água. Esta cria uma “mistura” adequada de harmonia entre a benevolência e a severidade – ou seja, as duas primeiras Sefirot emocionais: Chessed e Guevurá.

Durante a recitação do Kidush da noite de sexta-feira, todos os presentes ficam de pé, porque o desempenho de tal mandamento Divino equivale a prestar testemunho de que D’us criou o mundo e, segundo a Lei Judaica, as testemunhas precisam ficar de pé ao depor. Ao dizer o Kidush, a pessoa atesta que D’us criou os Céus e a Terra. Essa é a base e o fundamento para a santificação do Shabat e para a sua observância. Diz a Torá: “(O Shabat) é um sinal entre Mim e os Filhos de Israel para sempre, que em seis dias o Eterno fez os céus e a terra, e no sétimo dia Ele cessou e descansou” (Êxodo, 31:17).
Enquanto recita o Kidush, a pessoa deve ter em mente que está cumprindo esse mandamento Divino tanto para ele como para todos os presentes. Já os ouvintes, estes devem ter em mente que o fato de ouvir o Kidush equivale a se eles próprios o estivessem recitando. Portanto, devem ficar em silêncio, e responder “Amén”. Quem interromper o Kidush por qualquer motivo, por exemplo, até mesmo para dizer “Baruch Hu U’Baruch Shemó” (Abençoado é Ele e abençoado é Seu Nome) invalida o cumprimento desse mandamento Divino para si próprio.
Uma vez recitado o Kidush, aquele que fez essa bênção bebe uma quantidade significativa do vinho, participando assim da comunhão do físico com o espiritual, que é a essência dos rituais judaicos. É costume que todos os presentes provem do vinho do Kidush. Contudo, quem participa da cerimônia e ouve a bênção sem interrompê-la, cumpriu com a obrigação mesmo sem ter bebido do vinho.
O texto do Kidush
No texto do Kidush, há duas partes distintas, separadas uma da outra pela bênção do vinho. Em algumas versões do Kidush, há exatamente 35 palavras em cada uma das partes, perfazendo um total de 70, que é o número místico da noite de Shabat. Esse número também representa um múltiplo de dois números significativos: sete, o numeral do sétimo dia, e dez, que alude às Dez Sefirot – três intelectuais e sete emocionais.
A primeira parte do Kidush, que é retirada da Torá, sendo, portanto, de autoria Divina, fala do Shabat do ponto de vista transcendental do Criador, como sendo o objetivo e conclusão perfeita da Criação.
A segunda parte foi cunhada pelos Sábios. A primeira parte descreve o aspecto Divino do dia sagrado, ao passo que a segunda expressa sua santidade sob a óptica do Povo Judeu, expressando todos os elementos que constituem a natureza do Shabat e o relacionamento especial entre esse dia e o Povo de Israel.
A segunda parte do Kidush se inicia com a abertura para as bênçãos sobre qualquer mandamento Divino: “Bendito és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos”. Tais palavras expressam que os mandamentos Divinos são uma forma de adquirir santidade e, ainda mais, que os próprios mandamentos são um ato de santidade. Por meio dos mesmos, somos santificados perante o Eterno, pois enquanto estamos engajados em um Mandamento Divino, estamos unidos a D’us. Enquanto estamos cumprindo Sua Vontade, nós seres humanos finitos, unimo-nos com o Ser Infinito.
O Êxodo do Egito é também mencionado na segunda parte do Kidush, porque oShabat – dia de descanso da labuta – é associado com a libertação de nosso povo da escravidão no Egito. Israel, povo de escravos, adquiriu a redenção e a liberdade, tornando-se uma nação de homens livres, capaz de cessar o trabalho e descansar em determinados períodos. Em sentido mais profundo, o Êxodo do Egito simboliza a libertação de certas experiências e atribulações e prisões terrenas, e a ascensão ao serviço Divino. A libertação do Egito foi uma metamorfose para o Povo Judeu: passamos de escravos de um rei perverso a servos de um Ser Infinitamente benevolente. Todas essas idéias estão incorporadas no Shabat, quando descansamos de todos os labores do mundo físico e transcendemos o mundano, adentrando um período de tempo sagrado e santificado por D’us.
Assim sendo, para podermos melhor apreciar o significado do Kidush, preparamos, com base nos ensinamentos de nossos Sábios, uma breve transliteração, tradução e comentários, frase por frase, explicando o texto do Kidush, a partir do Sidur do rito Sefaraditas.
(Vayehi Erev Vayehi Boker), Yom Hashishi – (E seja noite e seja manhã), O sexto dia
As duas palavras, Yom Hashishi, que concluem a contagem dos seis primeiros dias da Criação, não se referem ao testemunho da santidade do Shabat. Contudo, fazem parte do texto do Kidush porque as primeiras letras das palavras Yom Hashishi Vayechulu Há Shamayim formam o Nome de Quatro Letras de D’us. Mas, como as palavras Yom Hashishi (o sexto dia) não têm significado lógico se estiverem fora de contexto, os Sábios incorporaram as palavras que as precedem “Vayehi Erev Vayehi Boker”, que são recitadas em voz baixa antes da oração do Kidush propriamente dito.
Vayechulu Hashamayim Vê Haaretz VeChol Tzevaam – Os Céus e a Terra e todas as suas multidões estavam completos
Isso significa que o Universo inteiro, o mundo superior e inferior, e todos os tipos de criaturas de todas as espécies físicas e espirituais que os habitam foram criados por D’us durante os primeiros seis dias da Criação.
A recitação desse verso é um ato de testemunho: atestamos a criação dos Céus e da Terra por D’us – a base e fundamento da santidade do Shabat e de sua observância. Em outra parte da Torá está escrito que “Entre Mim e os Filhos de Israel, é um sinal para sempre, que em seis dias o Eterno fez os céus e a terra, e no sétimo dia Ele cessou e descansou” (Êxodo, 31:17).
A maioria de nossos Sábios entendeu o significado exato da palavra Vayechulu sendo diferente de uma palavra semelhante, Vayechal, encontrada no próximo verso, significando que D’us “terminou” ou “completou”. Aqui o termo significa que tudo chegara a um estado de término, da perfeição de sua natureza essencial – ou seja, um todo em sua inteireza perfeita.
Vayechal Elo-him Bayom HaShevii Melachto Asher Assá– E D’us terminou no sétimo dia Seu trabalho que Ele havia feito
Não tinha o Eterno terminado Seu trabalho no sétimo dia, mas no final do sexto? Alguns Sábios explicam que a Criação ocorreu em sete dias, pois não é como se D’us tivesse criado o mundo em seis dias e depois o deixou por sua conta no sétimo. Pelo contrário: no sétimo dia, D’us criou o conceito de descanso. O Shabat e seu repouso são, em sua essência, a culminação da criação do mundo. São o cúmulo da perfeição que faltava ao mundo e que foi alcançado no sétimo dia da Criação.
É importante explicar o propósito do repouso na Criação. Oferecemos aqui a seguinte analogia. Um fazendeiro empenha-se muito para plantar as safras; ele lavra e semeia a terra e faz tudo o que é preciso. Mas há um período de espera antes de iniciar a colheita. O solo parece ser passivo nesse processo, mas é isso o que permite que o plantio ocorra.
O mesmo pode ser dito sobre a Criação, de modo geral. Sem o Shabat, o mundo não seria capaz de colher os frutos do labor Divino e humano. Trabalhamos seis dias na semana e depois descansamos no sétimo, para que nosso trabalho possa germinar e render seus benéficos resultados.
Vayishbot Bayom HaShevii Mikol Melachto Asher Assá – E Ele descansou no Sétimo Dia de todo o Seu trabalho que Ele havia feito
“Terminou” (Vayechal) e “descansou” (Vayishbot) não são palavras de idêntico significado. Terminar um trabalho tem a conotação de cessar ou abster-se de uma atividade; descansar implícita um estado de lazer. Há, de fato, dois mandamentos separados na Torá acerca do Shabat: o mandamento negativo de abster-se de trabalhar e o mandamento positivo de descansar. Este último não significa, contudo, que a pessoa deva dormir o dia todo. Significa que deve abster-se de trabalhos e atividades mundanas e se dedicar a atividades prazerosas (contanto que sejam permitidas no Shabat) – por exemplo, fazer fartas refeições – e a afazeres espirituais, tais como a oração e o estudo da Torá.
Vayevarech Elo-him et Yom HaShevii Vaycadesh Oto – E D’us abençoou o sétimo dia e o santificou
É importante enfatizar que a bênção e a santidade não são fenômenos visíveis nem tangíveis. O curso contínuo do mundo físico não cessa seu progresso durante o Shabat. A transição do mundano para o sagrado precisa, pois, ocorrer dentro de cada um de nós. A singularidade do sétimo dia reside na possibilidade de transformação do Shabat em uma fonte de bênção a partir da qual todos os demais dias da semana sejam abençoados. Mas isso depende de nosso comportamento no dia sagrado.
“E o santificou”: A santidade desse dia está no fato de ter sido santificado como um dia sagrado desde o momento da Criação, santidade esta que foi revelada a Israel no Monte Sinai como um mandamento específico. Ademais, a santidade do Shabat não depende do fato dos homens o guardarem; ela existe independentemente da participação humana. O Talmud e a Cabalá ensinam que quando se inicia o Shabat, o judeu recebe uma alma adicional, que permanece dentro de seu corpo enquanto dura o dia sagrado. Mas cabe a cada um de nós usar esta dádiva Celestial, que nos permite sentir e partilhar da santidade do dia.
Ki Vo Shavat Mikol Melachto – Pois nesse dia Ele descansou de toda a Sua obra
O descanso e o repouso foram criados no Shabat como o propósito máximo do trabalho. Portanto, o Shabat é o que permite que o judeu colha os frutos de seu empenho semanal. Se não existisse o Shabat, nosso trabalho material e espiritual seria em vão.
É importante notar que o conceito de descanso Divino é uma metáfora. A Torá atribui qualidades humanas a D’us para que nós, seres humanos finitos, possamos entender um pouco sobre o Criador Infinito, que, por definição, está além de nossa compreensão. Descanso Divino não significa que D’us parou de trabalhar porque estava cansado. Tais limitações não se aplicam ao Infinito. D’us “descansar” significa que a Energia Divina (a Sefirá) que predominava no sétimo dia da Criação era Malchut, que é uma Sefirá passiva, diferentemente das demais seis (Chessed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hod e Yessod). Ver o artigo “As sete Sefirot da emoção” – (Morashá no. 69)
Asher Bara Elo-him Laassot – Que D’us criou para fazer
A palavra Laassot (fazer) parece fora de contexto. Há Sábios que traduziram essas palavras da seguinte forma: “Que D’us criou para o homem fazer”. Ou seja, a atividade criativa e a capacidade de alterar o estado do mundo nos foram dadas por D’us. Os seres humanos se tornaram, por assim dizer, parceiros de D’us na Criação. Fomos criados para trabalhar para aperfeiçoar e remodelar o mundo. Além disso, somos ordenados a fazê-lo da mesma forma que D’us o fez ao criar, Ele mesmo, o Universo: devemos trabalhar durante seis dias e repousar no sétimo.
Savri Maranan – Atenção, senhores!
É costume que os ouvintes respondam a esse chamado dizendo, “LeChaim” – “À vida!”. Isso é permitido, pois não é considerada uma interrupção.
Baruch Ata Ado-nai, Elo-henu Melech HaOlam, Bore Peri Haguefen– Bendito és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que crias o fruto da videira.
Como vimos acima, essa bênção é recitada quando o Kidush é feito sobre o vinho casher (ou suco de uva casher). Quando não há vinho nem suco de uva casher, usa-se pão. Caso não haja nem pão pode-se usar outra bebida alcoólica casher. (Nesse caso, recita-se a bênção do Shehacol: Baruch Ata… Shehacol Nihiá Bidvaro). Os ouvintes respondem “Amén” após ouvir essa bênção.
Baruch Ata Ado-nai, Elo-henu Melech HaOlam, Asher Kideshanu Bemitzvotav VeRatzah Banu – Abençoado és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e que a nós desejaste
Essa benção indica o deleite e a satisfação Divina conosco, como consta no verso, “Pois o Eterno se alegra com Seu povo” (Salmos, 149:4). Ao compartilhar conosco Sua Vontade, que é a Torá e seus mandamentos, D’us nos santificou. Ensina o Talmud que um emissário é como seu mestre, pois age em nome do mestre e incorpora sua vontade. Da mesma forma, quando executamos a Vontade Divina, estamos servindo de seus emissários neste mundo e, assim, nos unimos a Ele.
VeShabat Kodsho Beahava Uveratzon Hinchilanu– E nos deu, em amor e boa vontade, Seu sagrado Shabat como um legado:
Os conceitos “amor” e “boa vontade” são mencionados em todas as orações e bênçãos de Shabat. Expressam a idéia de que a dádiva do Shabat para o Povo de Israel é uma expressão do amor Divino. O Talmud ensina que “O Santo, abençoado é Ele, disse a Moshé: ‘Eu possuo uma dádiva preciosa na Minha casa entesourada, chamada de Shabat, e Eu desejo dá-la a Israel’” (Shabat, 10b).
Como um legado: a dádiva do Shabat não foi um legado apenas para uma geração, e sim, para todas as gerações do Povo Judeu. Como está escrito: “E os Filhos de Israel guardarão o Shabat, para fazer do Shabat uma aliança perpétua por todas as suas gerações” (Êxodo, 31:16).
Zikaron Lemaase Bereshit:Em lembrança da obra da Criação
Está determinado nos Dez Mandamentos, “Lembra-te do dia do Shabat para santificá-lo. Em seis dias o Eterno fez os Céus e a Terra… e descansou no sétimo dia” (Êxodo, 20:8, 11). O Shabat é o testemunho de que D’us criou o Universo e de que Ele é a única Fonte de tudo o que existe. Todos os universos, físicos e espirituais, e tudo o que neles há, desde a mais ínfima partícula de pó até a mais elevada das criaturas celestiais, foram criados e são sustentadas por Ele, que transcende e preenche toda a Criação.
Techila Lemikraei Kodesh – A primeira das convocações de santidade (festas sagradas)
O Shabat é a primeira de todas as festas, tanto por ter sido santificado desde a Criação e também porque é a primeira a ser mencionada na Torá (Levítico, 23:2-3).
As festas judaicas, como Pessach, Sucot e Shavuot, são denominadas pela Torá de “convocações de santidade” porque antes de o calendário judaico ser criado, o início de um novo mês dependia da proclamação do Beit Din, o tribunal judaico. Portanto, o dia exato no qual ocorreria uma festa sagrada dependia da proclamação, por esse tribunal, do início de um novo mês, isto é, de RoshChodesh. Já o Shabat, este é independente de qualquer proclamação do Beit Din; ele é sempre o sétimo dia da semana, pois foi o Criador quem o proclamou.
A bem dizer, o Shabat nem deve ser referido como “convocação de santidade”. Mas o terceiro livro da Torá, o Levítico, que relaciona as festas sagradas, inicia-se com uma menção ao Shabat. A razão para tal é que o sétimo dia é a matriz de todos os dias sagrados judaicos.
De fato, apesar de muitos não o saberem, qualquer Shabat é o dia mais sagrado do ano judaico, até mesmo mais do que Yom Kipur. Trabalhar noShabat constitui uma transgressão muito mais séria do que fazê-lo em Kipur. Ademais, com algumas exceções, as leis referentes às datas sagradas – ou seja, o que podemos ou não fazer – derivam das leis referentes ao Shabat. Pois como está escrito: “A santidade do Shabat é superior a todas as santidades, e sua bênção é superior a todas as bênçãos” (Aruch HaShulchan, Orach Chaim
Zecher Litsiat Mitsrayim – A recordação do Êxodo do Egito
O Shabat se relaciona com a Criação do mundo e com o Êxodo do Egito. Esses dois conceitos são interligados: o Shabat nos faz lembrar que D’us criou o Universo todo e o Êxodo nos ensina que Ele está envolvido em Seu mundo mediante o controle da natureza, manipulando-a segundo Sua Vontade, enquanto se relaciona com todas as Suas criaturas por meio de Sua Divina Providência. O Shabat nos ensina que D’us, como Criador de tudo, é Infinito e transcende o Universo. Mas o sétimo dia também nos transmite que D’us, como Força responsável pelo Êxodo, que realizou grandes milagres para nossos antepassados e os libertou da escravidão egípcia, é iminente, profundamente envolvido na vida de cada um de nós.
Quando recitamos o Kidush, devemos ter em mente o seguinte. Apesar de sermos criaturas finitas, estamos aqui, de pé, testemunhando que foi o D’us de Israel quem criou tudo o que existe, e como Ele é iminente, presente em todos os lugares e a todo tempo, Ele está atento a nosso testemunho de que Ele é nosso D’us. O Talmud nos ensina que aquele que recita o Kidush se torna parceiro de D’us na Criação, pois serve de testemunha de que tudo o que existe, nos reinos do físico e do espiritual, tem uma única Origem, que é o Criador Infinito, Mestre e Senhor de Tudo.
Assim está dito nos Dez Mandamentos, como aparece em Deuteronômio, 5:15: “E lembrarás que servo foste na Terra do Egito, e que o Eterno, teu D’us, te tirou de lá, com mão forte e com braço estendido; portanto o Eterno, teu D’us, te ordenou para guardar o dia do Shabat”. Os comentaristas bíblicos explicaram que, como Criador do mundo, D’us é também seu Senhor e Mestre. O Êxodo do Egito é um sinal de Sua Providência e domínio sobre o mundo, e prova de Sua criação desse mundo.
VeShabat Kodshecha BeAhavá Uveratzon Hinchaltanu– E Teu sagrado Shabat, com amor e boa vontade Tu nos deste como um legado
O Shabat não é um fardo, mas uma dádiva de amor e favorecimento Divino. Não fora pelo Shabat, muitos de nós trabalharíamos sete dias por semana, tornando-nos escravos de nós mesmos. D’us nos força a parar no sétimo dia sagrado e a nos retirarmos das tarefas mundanas, em nosso próprio benefício. O Shabat é, pois, um dia de reposição de nossas forças físicas e espirituais. É um momento em que devemos esquecer-nos de nossas preocupações e desfrutar a vida e suas bênçãos.
O Shabat, esse legado que os Filhos de Israel receberam, tem preservado não apenas o judaísmo, mas também os judeus enquanto nação. É voz corrente, muito apropriadamente, que “o Shabat guarda os judeus mais do que os judeus guardam o Shabat”. Por razões óbvias, aquele que guarda o Shabat tem muito menos chance de se assimilar e de perder sua identidade como judeu. Não basta lembrar que somos judeus apenas em Rosh Hashaná e Yom Kipur, ou seja, judeus de três dias. No mínimo uma vez por semana o Shabat nos faz lembrar quem realmente somos.
Baruch Ata Ado-nai Mekadesh HaShabat – Bendito és Tu, Eterno, que santificas o Shabat
Essa bênção conclui o Kidush. Diferentemente da santidade das festas judaicas, a santidade do Shabat não depende do Povo de Israel; pelo contrário, é D’us, Ele Próprio, quem o santifica. Essa bênção é escrita no tempo presente, porque o Shabat foi santificado não apenas na época da Criação, mas a manifestação e influência contínua dessa santidade aparecem e emanam como novas a cada semana.
Após beber o vinho do Kidush, procedemos à lavagem ritual das mãos (Netilat Yadayim). Depois recitamos a bênção sobre o pão e jantamos. Após a refeição, recitamos o Bircat Hamazon, em que agradecemos ao Criador por Sua beneficência e generosidade e pedimos por uma época em que todos os dias sejam como o Shabat – uma era de paz, abundância, deleite e descanso para toda a humanidade.




Bibliografia:
The Schottenstein Edition - Siddur Sefard for the Sabbath and Festivals - Artscroll Mesorah
Rabi Steinsaltz, Adin,The Miracle of the Seventh Day,
Ed. Jossey-Bass
Mindel, Nissan, My Prayer - Volume II: Shabbat Prayers, Ed. Merkos L'Inyonei Chinuch
http://www.morasha.com.br/Fonte:




Leitura da Lei. O serviço matutino tem características próprias, das quais a mais importante é a Kiriat HaTorá (Leitura da Torá). Normalmente assume-se que a leitura pública das Escrituras data de tempos antigos, ainda anteriores a que Ezrá (séc V AEC) instituísse leituras mais regulares da Torá. Nos séculos seguintes, o costume na Terra de Israel de se ler a Torá a cada três anos foi substituído pelo ciclo anual, praticado na Babilônia. O Pentateuco (Chumash) é dividido em 54 porções semanais, e então a leitura da Torá é completada em um ano. Sete homens são chamados para a leitura da Torá. Este é o máximo número de pessoas chamadas na sinagoga em qualquer dia sagrado.
Haftará. Depois que a sidrá (porção semanal da Torá) é lida, a haftará - lição dos profetas - consiste numa conclusão apropriada para a leitura das Escrituras. O costume de se ler a Haftará começou durante o século II a.e.c, quando a leitura da Torá foi proibida pelos gregos/sírios, durante a revolta dos Macabeus. Como os judeus não recitavam a porção de seus cinco livros sagrados (Torá) de cor, por medo de errar, começaram a recitar porções de outros livros da Bíblia, que tinham alguma conexão com a leitura semanal que deveria ser feita caso não fosse proibido.
Mussaf. Depois do serviço matutino em Shabat e outras festas, um serviço adicional - Mussaf - é lido, para celebrar os sacrifícios adicionais no Templo.
Observância em Casa
Uma experiência espiritual. No círculo familiar o Shabat é visto com todo seu poder de transformar um vida pesada de trabalho no dia-a-dia numa experiência alegre e espiritual. Diversas preparações são feitas na véspera, em honra ao Shabat. A sexta-feira é chamada de Erev Shabat - véspera de Shabat. A mesa representa um altar, a santidade elevada pelo pão (chalá), velas acesas e vinho de Kidush.
Alguns costumes de Shabat:
Chalot - Dois pedaços de pão representam a porção dupla de maná que caía para os hebreus nas sextas-feiras durante sua passagem pelo deserto, para que eles não precisassem ir atrás de comida no Shabat. Os pedaços de chalá são cobertos com uma toalha, simbolizando a proteção sobre o maná.
Luzes de Shabat - Dois é o número mínimo, simbolizando os mandamentos pares para "lembrar" - Zachor - e "observar" - Shamor" o Shabat (Exôdo 20; Deutoronômio 5, 12).
Benção sobre as Crianças - Na véspera de Shabat o pai, chefe da casa, coloca suas mãos sobre as cabeças de seus filhos e sussura uma benção tradicional, junto com a benção para que elas cresçam de acordo com a tradição dos patriarcas e matriarcas de Israel.
Kidush - O Kidush é recitado antes do início da refeição. O vinho é o símbolo da benção e alegria; consequentemente, é usual que se recite a benção de Shabat sobre o vinho. (Se não há vinho disponível, a cerimônia pode ser feita com o pão).
Zemirot - Hinos de Shabat são cantados durante a refeição. A maior parte dos hinos fala da dádiva do Shabat como o maior tesouro religioso de Israel, e a recompensa espiritual para aqueles que piedosamente observam o dia santo.
Seudá Shlishit - (lit. 'A Terceira Refeição') - Três refeições formais são prescritas para o Shabat: na sexta-feira ao anoitecer, no sábado após o serviço matutino de Shabat, e no fim da tarde do Shabat. O termo, no entanto, é frequentemente utilizado para se referir exclusivamente à última refeição no fim da tarde do Shabat, que é geralmente elaborada com mais zemirot e discussão religiosa.
Oneg Shabat - "Alegria do Shabat" - Este é um termo que se tornou popular nos últimos anos e descreve a reunião na tarde do Shabat para estudo, frescor e recreação social. O costume se tornou popular com o poeta moderno Bialik, em Israel, e desde então tem se espalhado pela diáspora.
Havdalá - "Cerimônia de Despedida" - A partida do Shabat é uma mistura de despedida com ritual religioso. A palavra Havdalá significa, literalmente "divisão", e se aplica ao ritual colorido realizado com vinho ou outra bebida (não água), uma vela acesa e uma caixa com especiarias. Faz-se o vinho transbordar do cálice, o que é uma simbologia para representar a esperança de que a semana que entra será repleta de bençãos divinas. A luz representa o primeiro produto da Criação de D'us e a vela acesa simboliza o início da semana de trabalho. As especiarias nos lembram da fragrância da 'alma adicional do Shabat', que neste momento já partiu.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Nosso trabalho




JUDAÍSMO É RELIGIÃO, NÃO NACIONALIDADE
Se você deseja se tornar judeu por causa da religião em si, você pode aderir a qualquer movimento judaico, seja ortodoxo, liberal, humanista, conservador, etc. Se você deseja se tornar judeu para obter a cidadania israelense, você deverá procurar um Rabino ortodoxo em Israel para realizar a sua conversão. Há pessoas que querem obter cidadania israelense para ir morar em Israel ou porque vão se casar com parceiro(a) israelense. Ser judeu e ser israelense são coisas distintas que devem estar bem claras na mente dos candidatos à conversão judaica.
Mesmo dentro de Israel a questão da  judaicidade de uma pessoa ainda é muito discutida pois existem divisões até entre os diferentes movimentos ortodoxos que não reconhecem uns aos outros como legítimos. Há movimentos judaicos ortodoxos que sequer reconhecem a legitimidade do Estado de Israel como é o caso do Neturei Karta (“guardiões da cidade”).
RECONHECIMENTO DA SUA CONVERSÃO EM SINAGOGAS
O Certificado de Conversão Judaica é emitido pela United Sefard Beth Din, Corte Rabínica no tem validade internacional. Uma vez aprovado em todo o processo de conversão, você será reconhecido como judeu em qualquer parte do mundo.
O Judaísmo não possui um órgão centralizador comparado à Santa Sé, no Vaticano, que determina as normas para as igrejas católicas no mundo portanto cada divisão judaica possui suas regras e particularidades sobre aceitação em sinagogas. Quanto a frequentar uma sinagoga local, não há impedimento desde que você atenda também às exigências do Rabino desta sinagoga. Ele tem poderes para aceitar você como membro ou impor outras condições para tal.
Caso queira frequentar uma sinagoga específica em sua cidade, recomendamos que procure o Rabino líder da mesma e solicite ajuda para conversão pois neste caso você estará atendendo integralmente a exigência do mesmo. Lembrando que tal conversão também pode ser questionada pelos Rabinos do movimento Ortodoxo dentre outros.
Incentivamos as pessoas que vivem distantes de sinagogas a formarem grupos de estudo que podem culminar na fundação de sinagogas. O grupo poderá evoluir à condição de Kehilá (comunidade judaica) sob a orientação de um Rosh (líder ou “cabeça”) que normalmente é o membro mais instruído e experiente dentro da comunidade.
Seu Certificado de Conversão é armazenado no banco de dados compartilhado pelas sinagogas do movimento Ortodoxo Sefaradita Hispano-português onde você é bem-vindo sem questionamentos bastando apresentar a carteira de membro da mesma.
VOCÊ NÃO DECIDE SOZINHO
Você que sente no fundo da alma uma atração inexplicável pelo judaísmo e uma grande admiração por esta cultura milenar pode não ter percebido que algo misterioso está acontecendo. Um impulso forte e verdadeiro que muitas vezes é silenciado pela falta de informação correta ou pelo excesso de informação errada. Desejar ser judeu  não depende unicamente de uma decisão pessoal pois D-us está agindo de maneira oculta neste desejo.
A sua vontade em se tornar judeu constitui em si uma grande experiência religiosa.
Não desista dos seus sonhos.As humilhações e obstáculos são provas de D-us para saber até onde vai a sua vontade de se tornar judeu e membro da verdadeira e única nação espiritual de Israel. Muitos candidados à conversão relatam dificuldades ao se aproximar do judaísmo uma vez que de fato existem grupos de judeus que vêem a religião como clube e não admitem “estranhos”. Os verdadeiros judeus são pessoas boas, acolhedoras, tementes a D-us e observantes da Torá que diz:”D-us não repele nenhuma criatura; as portas estão abertas; entre quem quiser. Todos são iguais perante D-us: as mulheres como os homens, os servos como os amos, os pobres como os ricos”.
HEBRAICO INSTRUMENTAL
A Sinagoga sefardi hispano se orgulha de oferecer um material de estudos produzido dentro dos mais rígidos padrões ortodoxos incluindo uma abordagem moderna do judaísmo e sua prática.
Os alunos do Seminário de Conversão contam com o suporte de um Rabino online e são avaliados por Rabinos de diferentes divisões judaicas,nos Estados Unidos ,New York,Los Angeles,Miami,Hollywood
A conversão é supervisionada por Rabinos e orientadores qualificados , Brasil e Israel.

ETAPAS
Após a realização da prova online, o candidato passa por uma entrevista com dois Rabinos que deliberam a respeito da conversão. A fase seguinte é a cerimônia de imersão ritual, chamada Tevilah, e a aposição do nome judaico.
Concluídas estas etapas o judeu convertido recebe o Certificado de Conversão aceito pela comunidade judaica em todo o mundo. O Certificado de Conversão é chancelado pela United Sefarad Beth Din.
que registra em seu notariado o Certificado de Prova de identidade Judaica.
casasefadhispanportuguesa@hotmail.com O prazo de conclusão do Seminário poderá ser maior dependendo do desempenho do aluno ou menor caso o candidato já possua uma base intelectual sobre judaísmo. Normalmente a conclusão se dá em 6 meses de estudos, entrevistas, inventários e cerimônias (algumas presenciais).
Você deverá se familiarizar com o hebraico religioso para as orações e conhecer a terminologia típica do judaísmo. Tudo isso é ensinado através do Seminário de Conversão. Você não precisa ser falante de hebraico para ser judeu.
CIRCUNCISÃO
Os candidatos do sexo masculino são encorajados a procurar um médico ou Mohel e fazer a cirurgia de postectomia (circuncisão). deverá submeter-se a uma cerimônia chamada Cabala Mitsvá (aceitação do jugo da Torah.
com a presença de um Rabino ou Rosh Kehilá (Líder de Congregação).
SEJA PACIENTE
Não fique frustrado(a) se o seu pedido for negado pois a aceitação do pedido de conversão costuma acontecer após 2 tentativas até que fique provado que o seu interesse em se tornar judeu é sincero e livre de segundas intenções.
CUSTOS
O Seminário de Conversão Judaica é absolutamente gratuito, o único custo envolvido é o da Corte Rabínica pois envolve o trabalho de 3 Rabinos na avaliação da candidatura, nas entrevistas e no processamento da documentação. Qualquer valor pago à Corte Rabínica é devolvido no caso de recusa do pedido de conversão.


abaixo para fazer o pagamento da contribuição para o custeio do Seminário de Conversão Judaica. O Valor de R$270,00 é devolvido apenas no caso de recusa da sua candidatura. Evite a negativação junto ao sistema Pagamento Digital, para isso não preencha o formulário de pagamento se não tiver certeza de que deseja participar do Seminário.
UDAÍSMO É RELIGIÃO, NÃO NACIONALIDADE
Se você deseja se tornar judeu por causa da religião em si, você pode aderir a qualquer movimento judaico, seja ortodoxo, liberal, humanista, conservador, etc. Se você deseja se tornar judeu para obter a cidadania israelense, você deverá procurar um Rabino ortodoxo em Israel para realizar a sua conversão. Há pessoas que querem obter cidadania israelense para ir morar em Israel ou porque vão se casar com parceiro(a) israelense. Ser judeu e ser israelense são coisas distintas que devem estar bem claras na mente dos candidatos à conversão judaica.
Mesmo dentro de Israel a questão da  judaicidade de uma pessoa ainda é muito discutida pois existem divisões até entre os diferentes movimentos ortodoxos que não reconhecem uns aos outros como legítimos. Há movimentos judaicos ortodoxos que sequer reconhecem a legitimidade do Estado de Israel como é o caso do Neturei Karta (“guardiões da cidade”).
RECONHECIMENTO DA SUA CONVERSÃO EM SINAGOGAS
O Certificado de Conversão Judaica é emitido pela United sefard Beth Din, Corte Rabínica no tem validade internacional. Uma vez aprovado em todo o processo de conversão, você será reconhecido como judeu em qualquer parte do mundo.
O Judaísmo não possui um órgão centralizador comparado à Santa Sé, no Vaticano, que determina as normas para as igrejas católicas no mundo portanto cada divisão judaica possui suas regras e particularidades sobre aceitação em sinagogas. Quanto a freqüentar uma sinagoga local, não há impedimento desde que você atenda também às exigências do Rabino desta sinagoga. Ele tem poderes para aceitar você como membro ou impor outras condições para tal.
Caso queira freqüentar uma sinagoga específica em sua cidade, recomendamos que procure o Rabino líder da mesma e solicite ajuda para conversão pois neste caso você estará atendendo integralmente a exigência do mesmo. Lembrando que tal conversão também pode ser questionada pelos Rabinos do movimento Ortodoxo dentre outros.
Incentivamos as pessoas que vivem distantes de sinagogas a formarem grupos de estudo que podem culminar na fundação de sinagogas. O grupo poderá evoluir à condição de Kehilá (comunidade judaica) sob a orientação de um Rosh (líder ou “cabeça”) que normalmente é o membro mais instruído e experiente dentro da comunidade.
Seu Certificado de Conversão é armazenado no banco de dados compartilhado pelas sinagogas do movimento Ortodoxo Sefaradita Hispano-português onde você é bem-vindo sem questionamentos bastando apresentar a carteira de membro da mesma.
VOCÊ NÃO DECIDE SOZINHO
Você que sente no fundo da alma uma atração inexplicável pelo judaísmo e uma grande admiração por esta cultura milenar pode não ter percebido que algo misterioso está acontecendo. Um impulso forte e verdadeiro que muitas vezes é silenciado pela falta de informação correta ou pelo excesso de informação errada. Desejar ser judeu  não depende unicamente de uma decisão pessoal pois D-us está agindo de maneira oculta neste desejo.
A sua vontade em se tornar judeu constitui em si uma grande experiência religiosa.
Não desista dos seus sonhos.As humilhações e obstáculos são provas de D-us para saber até onde vai a sua vontade de se tornar judeu e membro da verdadeira e única nação espiritual de Israel. Muitos candidados à conversão relatam dificuldades ao se aproximar do judaísmo uma vez que de fato existem grupos de judeus que vêem a religião como clube e não admitem “estranhos”. Os verdadeiros judeus são pessoas boas, acolhedoras, tementes a D-us e observantes da Torá que diz:”D-us não repele nenhuma criatura; as portas estão abertas; entre quem quiser. Todos são iguais perante D-us: as mulheres como os homens, os servos como os amos, os pobres como os ricos”.
HEBRAICO INSTRUMENTAL
A Sinagoga sefardi hispano se orgulha de oferecer um material de estudos produzido dentro dos mais rígidos padrões ortodoxos incluindo uma abordagem moderna do judaísmo e sua prática.
Os alunos do Seminário de Conversão contam com o suporte de um Rabino online e são avaliados por Rabinos de diferentes divisões judaicas,nos Estados Unidos ,New York,Los Angeles,Miami,Hollywood
A conversão é supervisionada por Rabinos e orientadores qualificados , Brasil e Israel.

ETAPAS
Após a realização da prova online, o candidato passa por uma entrevista com dois Rabinos que deliberam a respeito da conversão. A fase seguinte é a cerimônia de imersão ritual, chamada Tevilah, e a aposição do nome judaico.
Concluídas estas etapas o judeu convertido recebe o Certificado de Conversão aceito pela comunidade judaica em todo o mundo. O Certificado de Conversão é chancelado pela United Sefarad Beth Din.
que registra em seu notariado o Certificado de Prova de identidade Judaica.
casasefadhispanportuguesa@hotmail.com O prazo de conclusão do Seminário poderá ser maior dependendo do desempenho do aluno ou menor caso o candidato já possua uma base intelectual sobre judaísmo. Normalmente a conclusão se dá em 6 meses de estudos, entrevistas, inventários e cerimônias (algumas presenciais).
Você deverá se familiarizar com o hebraico religioso para as orações e conhecer a terminologia típica do judaísmo. Tudo isso é ensinado através do Seminário de Conversão. Você não precisa ser falante de hebraico para ser judeu.
CIRCUNCISÃO
Os candidatos do sexo masculino são encorajados a procurar um médico ou Mohel e fazer a cirurgia de postectomia (circuncisão). deverá submeter-se a uma cerimônia chamada Cabala Mitsvá (aceitação do jugo da Torah.
com a presença de um Rabino ou Rosh Kehilá (Líder de Congregação).
SEJA PACIENTE
Não fique frustrado(a) se o seu pedido for negado pois a aceitação do pedido de conversão costuma acontecer após 2 tentativas até que fique provado que o seu interesse em se tornar judeu é sincero e livre de segundas intenções.
CUSTOS
O Seminário de Conversão Judaica é absolutamente gratuito, o único custo envolvido é o da Corte Rabínica pois envolve o trabalho de 3 Rabinos na avaliação da candidatura, nas entrevistas e no processamento da documentação. Qualquer valor pago à Corte Rabínica é devolvido no caso de recusa do pedido de conversão.


abaixo para fazer o pagamento da contribuição para o custeio do Seminário de Conversão Judaica. O Valor de R$270,00 é devolvido apenas no caso de recusa da sua candidatura. Evite a negativação junto ao sistema Pagamento Digital, para isso não preencha o formulário de pagamento se não tiver certeza de que deseja participar do Seminário.
UDAÍSMO É RELIGIÃO, NÃO NACIONALIDADE
Se você deseja se tornar judeu por causa da religião em si, você pode aderir a qualquer movimento judaico, seja ortodoxo, liberal, humanista, conservador, etc. Se você deseja se tornar judeu para obter a cidadania israelense, você deverá procurar um Rabino ortodoxo em Israel para realizar a sua conversão. Há pessoas que querem obter cidadania israelense para ir morar em Israel ou porque vão se casar com parceiro(a) israelense. Ser judeu e ser israelense são coisas distintas que devem estar bem claras na mente dos candidatos à conversão judaica.
Mesmo dentro de Israel a questão da  judaicidade de uma pessoa ainda é muito discutida pois existem divisões até entre os diferentes movimentos ortodoxos que não reconhecem uns aos outros como legítimos. Há movimentos judaicos ortodoxos que sequer reconhecem a legitimidade do Estado de Israel como é o caso do Neturei Karta (“guardiões da cidade”).
RECONHECIMENTO DA SUA CONVERSÃO EM SINAGOGAS
O Certificado de Conversão Judaica é emitido pela United sefard Beth Din, Corte Rabínica no tem validade internacional. Uma vez aprovado em todo o processo de conversão, você será reconhecido como judeu em qualquer parte do mundo.
O Judaísmo não possui um órgão centralizador comparado à Santa Sé, no Vaticano, que determina as normas para as igrejas católicas no mundo portanto cada divisão judaica possui suas regras e particularidades sobre aceitação em sinagogas. Quanto a freqüentar uma sinagoga local, não há impedimento desde que você atenda também às exigências do Rabino desta sinagoga. Ele tem poderes para aceitar você como membro ou impor outras condições para tal.
Caso queira freqüentar uma sinagoga específica em sua cidade, recomendamos que procure o Rabino líder da mesma e solicite ajuda para conversão pois neste caso você estará atendendo integralmente a exigência do mesmo. Lembrando que tal conversão também pode ser questionada pelos Rabinos do movimento Ortodoxo dentre outros.
Incentivamos as pessoas que vivem distantes de sinagogas a formarem grupos de estudo que podem culminar na fundação de sinagogas. O grupo poderá evoluir à condição de Kehilá (comunidade judaica) sob a orientação de um Rosh (líder ou “cabeça”) que normalmente é o membro mais instruído e experiente dentro da comunidade.
Seu Certificado de Conversão é armazenado no banco de dados compartilhado pelas sinagogas do movimento Ortodoxo Sefaradita Hispano-português onde você é bem-vindo sem questionamentos bastando apresentar a carteira de membro da mesma.
VOCÊ NÃO DECIDE SOZINHO
Você que sente no fundo da alma uma atração inexplicável pelo judaísmo e uma grande admiração por esta cultura milenar pode não ter percebido que algo misterioso está acontecendo. Um impulso forte e verdadeiro que muitas vezes é silenciado pela falta de informação correta ou pelo excesso de informação errada. Desejar ser judeu  não depende unicamente de uma decisão pessoal pois D-us está agindo de maneira oculta neste desejo.
A sua vontade em se tornar judeu constitui em si uma grande experiência religiosa.
Não desista dos seus sonhos.As humilhações e obstáculos são provas de D-us para saber até onde vai a sua vontade de se tornar judeu e membro da verdadeira e única nação espiritual de Israel. Muitos candidados à conversão relatam dificuldades ao se aproximar do judaísmo uma vez que de fato existem grupos de judeus que vêem a religião como clube e não admitem “estranhos”. Os verdadeiros judeus são pessoas boas, acolhedoras, tementes a D-us e observantes da Torá que diz:”D-us não repele nenhuma criatura; as portas estão abertas; entre quem quiser. Todos são iguais perante D-us: as mulheres como os homens, os servos como os amos, os pobres como os ricos”.
HEBRAICO INSTRUMENTAL
A Sinagoga sefardi hispano se orgulha de oferecer um material de estudos produzido dentro dos mais rígidos padrões ortodoxos incluindo uma abordagem moderna do judaísmo e sua prática.
Os alunos do Seminário de Conversão contam com o suporte de um Rabino online e são avaliados por Rabinos de diferentes divisões judaicas,nos Estados Unidos ,New York,Los Angeles,Miami,Hollywood
A conversão é supervisionada por Rabinos e orientadores qualificados , Brasil e Israel.

ETAPAS
Após a realização da prova online, o candidato passa por uma entrevista com dois Rabinos que deliberam a respeito da conversão. A fase seguinte é a cerimônia de imersão ritual, chamada Tevilah, e a aposição do nome judaico.
Concluídas estas etapas o judeu convertido recebe o Certificado de Conversão aceito pela comunidade judaica em todo o mundo. O Certificado de Conversão é chancelado pela United Sefarad Beth Din.
que registra em seu notariado o Certificado de Prova de identidade Judaica.
casasefadhispanportuguesa@hotmail.com O prazo de conclusão do Seminário poderá ser maior dependendo do desempenho do aluno ou menor caso o candidato já possua uma base intelectual sobre judaísmo. Normalmente a conclusão se dá em 6 meses de estudos, entrevistas, inventários e cerimônias (algumas presenciais).
Você deverá se familiarizar com o hebraico religioso para as orações e conhecer a terminologia típica do judaísmo. Tudo isso é ensinado através do Seminário de Conversão. Você não precisa ser falante de hebraico para ser judeu.
CIRCUNCISÃO
Os candidatos do sexo masculino são encorajados a procurar um médico ou Mohel e fazer a cirurgia de postectomia (circuncisão). deverá submeter-se a uma cerimônia chamada Cabala Mitsvá (aceitação do jugo da Torah.
com a presença de um Rabino ou Rosh Kehilá (Líder de Congregação).
SEJA PACIENTE
Não fique frustrado(a) se o seu pedido for negado pois a aceitação do pedido de conversão costuma acontecer após 2 tentativas até que fique provado que o seu interesse em se tornar judeu é sincero e livre de segundas intenções.
CUSTOS
O Seminário de Conversão Judaica é absolutamente gratuito, o único custo envolvido é o da Corte Rabínica pois envolve o trabalho de 3 Rabinos na avaliação da candidatura, nas entrevistas e no processamento da documentação. Qualquer valor pago à Corte Rabínica é devolvido no caso de recusa do pedido de conversão.

O Valor de R$200,00 mensais valor financiado pelo sistema de cooperativo religioso, junto ao banco,que será pago pela Fisba.
Cada mês $200R por um ano. =$2400R + $1000R total $3400
Rabbi Yosef Garcia: cada mês $284R total $3408R

O recibo será enviado para o associado via e-mail, e postado no link transparência do site : http://casa-sefarad-hispano-portuguesa.webnode.com/